Placas de sinalização e sua importância para evitar incêndios

Existem inúmeros métodos de proteção e manutenção da vida e da saúde de quem está presente em uma edificação. Um deles é a sinalização de segurança, que alerta os profissionais e visitantes que ali estão sobre os riscos, equipamentos de proteção e combate a incêndios, além de saídas de emergência. As placas de sinalização sempre devem chamar atenção. Por isso, devem ter letras claras, ilustrações de fácil entendimento e cores chamativas. Os desenhos utilizados são símbolos universais, que oferecem entendimento padronizado.   Quais são as principais placas de sinalização Quando o assunto é sinalização para emergências e incêndios, é fundamental entender as áreas específicas para saber em que momento deve ser utilizada uma placa sinalizadora. Basicamente, existem os seguintes sinalizadores: Sinais de Obrigação:têm o objetivo de indicar comportamentos ou ações que obrigam a utilização de determinado equipamento de proteção individual (EPI). Eles evitam acidentes de trabalho. Sinais de Perigo: são obrigatórios em situações e locais que exigem atenção, cautela ou precaução. Têm o objetivo de alertar o trabalhador para que tenha cuidado com a atividade que está executando. Sinais de Aviso: alertam sobre qualquer lei do local ou atitude proibida ou perigosa. Seu objetivo é evitar acidentes de trabalho e consequências graves. Sinais de Emergência: orientam sobre as saídas de emergência, as direções de fuga ou a localização de equipamentos úteis para situações de emergência, tais como extintores, mangueiras, etc.   Como devem ser as placas de sinalização Independentemente de as placas de sinalização serem anti-incêndio ou não, é imprescindível que elas sejam confeccionadas em metal simples, com dimensões padronizadas e fiquem em locais com boa visibilidade e fácil compreensão. Há, ainda, placas que exigem luminosidade ou sinais acústicos, tais como luzes noturnas de contraste direto e alarmes. Detectores de fumaça e centrais de monitoramento também são necessários.   A sinalização das saídas de emergências ou dos equipamentos anti-incêndio precisa ser muito bem feita para que não haja falhas de comunicação ou incidentes.   Se você precisa desses materiais em seu projeto, fale com a Protector Fire. Temos todas as soluções de prevenção, detecção e combate a incêndio para você.

Conheça as classes de incêndio e veja como combatê-las

Extintores de incêndio não podem faltar em um projeto de segurança anti-incêndio de ambientes residenciais e comerciais. Entretanto, como há vários tipos de chamas, é fundamental que os extintores sigam essas especificações para garantir o sucesso em situações de emergência. Há alguns tipos de extintores de incêndio. São eles: extintor de água (H2O), o de gás carbônico (CO2), o pó químico A/B/C e a espuma mecânica. Cada um é ideal para combater um tipo de chama e, por isso, a especificação do melhor extintor deve estar presente no projeto.   Conheça as 5 classes de extintores anti-incêndio A seguir, falaremos brevemente sobre as classes de extintores e como escolher a melhor opção para a sua edificação. Classe A – Esse tipo de incêndio é caracterizado pela queima de materiais sólidos, tais como algodão, papel, borracha e madeira, deixando resíduos como carvão e cinzas. Por isso, deve ser combatido com extintores de água, espuma mecânica ou pó químico. Classe B – O incêndio dessa classe é gerado pela queima de líquidos, gases e sólidos que se liquefazem. Por isso, o extintor de água é proibido aqui e recomenda-se o uso de extintores à base de pó químico ou gás carbônico, ou até de espuma. Classe C – Esses são incêndios causados por curto-circuito de aparelhos elétricos energizados. Aqui, não se usa extintor de água, mas, sim, equipamentos de pó químico ou gases. Classe D – Esse fogo é causado pela queima de metais pirofóricos, tais como selênio, magnésio, sódio e zinco. Nesses casos, são utilizados os extintores com pó químico especial adequados para cada tipo de metal. Classe K – Esse incêndio causado por óleos e gordura em cozinhas envolve equipamentos como grelhas, assadeiras e frigideiras. Para combater essas chamas são necessários extintores à base de uma solução de Acetato de Potássio diluída em água.   Precisa de extintores de incêndio? Fale com a Protector Fire  A Protector Fire trabalha, há décadas, com os mais variados tipos de equipamentos anti-incêndio. Se você necessita de extintores, mangueiras, sprinklers ou outros equipamentos, entre em contato conosco. Nossa expertise permite desenvolver soluções personalizadas e de acordo com as suas necessidades.

Conheça as principais normas de segurança contra incêndios

Ambientes que têm grande movimentação de pessoas ou abrigam produtos inflamáveis têm uma série de normas de segurança anti-incêndio. É importante frisar que todas elas devem ser obedecidas e seguidas à risca, já que, em casos de não conformidade, toda uma construção pode ser prejudicada. A principal norma anti-incêndio é a NR23, porém existem tantas outras que falam sobre ações preventivas, de detecção e combate às chamas. A seguir, explicamos as principais e indicamos como você deve proceder para se adequar a elas.   Do que trata a NR 23, norma de segurança anti-incêndio A NR 23, ou Norma Regulamentadora nº 23, engloba as regras complementares de segurança e saúde no trabalho, segundo o artigo 200 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No inciso IV, o artigo aborda a proteção contra incêndio em geral e quais as medidas de prevenção que devem ser praticadas. Além disso, ele indica regras sobre os revestimentos de paredes e portas, bem como construção de paredes que resistam ao fogo e saídas amplas bem sinalizadas. Todos os locais de trabalho devem contar com os seguintes pontos: Proteção contra incêndio; Equipamentos em quantidade suficiente para combater o fogo logo no começo; Saídas suficientes para a retirada do pessoal em serviço; Pessoas preparadas para lidar com os equipamentos.   Todas as empresas, especialmente as que têm CIPA e equipe de brigadistas, devem seguir a NR 23. Ela deve ser seguida e aplicada em conjunto com outras leis, publicadas pelos estados e municípios.   Principais normas seguidas junto com a NR 23 Entre as principais normas que devem ser observadas em conjunto com a NR 23, aplicáveis a todo o território nacional, estão: NBR 9077, que fala sobre as saídas de emergência. Ela aborda os procedimentos para dimensionar, posicionar e usar as saídas de emergência (tamanho, disponibilidade, quantidade, desbloqueio e assim por diante). NBR 11742 aborda a questão das portas corta-fogo. Elas são obrigatórias em determinadas construções e devem ser instaladas de acordo com o espaço e atividades ali realizadas. NBR 13714 engloba o assunto “hidrantes e mangotinhos”. Ela define critérios para instalar os hidrantes dentro e fora da edificação, bem como os mangotinhos (instrumentos que diminuem o fogo por meio do uso de água). NBR 10987 trata dos chuveiros automáticos (sprinklers). Ela explica como devem ser os projetos e as instalações dos chuveiros, que são fixados ao teto e funcionam como irrigadores em caso de sinistro. As NBRs 12683, 15808 e 15809 tratam dos extintores, de sua obrigatoriedade, quantidade, tipo, forma de instalação, uso e manutenção desses equipamentos.  Conhecer e aplicar a NR 23 é algo fundamental para a segurança nos projetos anti-incêndio de qualquer edificação. Independentemente do tamanho da sua construção ou necessidade, a Protector Fire é especializada nos mais diferentes tipos de equipamentos. Temos hidrantes, extintores, sprinklers, mangueiras, centrais de alerta e muitas outras soluções para a sua segurança.

Entenda como funcionam os sistemas de combate a incêndio

Quando falamos de sistemas de combate a incêndio, logo se pensa em extintores, não é mesmo? Entretanto, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, esse tipo de solução vai muito além e inclui muitos sistemas. Residências, edifícios, indústrias e outros tipos de construção precisam de sistemas que detectem fumaça, chamas e altas temperaturas. Além disso, é primordial ter soluções eficientes para eliminar o fogo e preservar o ambiente, além das vidas das pessoas que ali estão.   Conheça os sistemas de combate a incêndio Os sistemas de combate a incêndio são obrigatórios em grande parte dos empreendimentos. Lojas, empresas, galpões, indústrias, shopping centers, prédios comerciais e residenciais precisam dessas soluções para a preservação de vidas e do patrimônio. Por isso mesmo, há inúmeras ferramentas oferecidas no mercado. De equipamentos específicos para detecção de incêndio a alarmes sonoros, as soluções para combater incêndios atendem às mais variadas necessidades. A seguir, explicamos brevemente os principais tipos de sistemas de combate a incêndio. Confira:   Central de Detecção –Engloba os equipamentos que detectam a fumaça. Ela recebe periodicamente um relatório do sistema, que permite acionar os sinalizadores sonoros em caso de incêndio. Nessa solução, os equipamentos permitem a detecção quando o fogo ainda está no início, diminuindo a chance de vítimas fatais.   Acionador Manual Endereçável – Essa ferramenta consiste em um interruptor que, quando acionado por uma pessoa em rota de fuga, ativa o alarme de incêndio. Indicada para locais altamente inflamáveis, permite um acionamento urgente, antes mesmo que a central de detecção identifique o problema.   Alarme sonoro e audiovisual – O dispositivo informa sobre o incêndio para que as pessoas deixem o ambiente de forma rápida. Esses alarmes, em geral, têm aviso sonoro, luz vermelha e outros avisos que auxiliam na detecção de uma situação de perigo.   Sprinklers – Esses equipamentos funcionam como chuveiros, que liberam água ao detectarem uma elevação da temperatura. Ele funciona por meio do rompimento de um bulbo presente no sistema, acionado com o aumento da temperatura no local. Há inúmeros tipos de sprinklers e sua configuração depende das necessidades do local e de características como áreas sensíveis, por exemplo.   Extintor – talvez o mais famoso item no combate a incêndios, o extintor é combinado a mangueiras e hidrantes para eliminar as chamas. Eles são imprescindíveis em situações de emergência e, geralmente, são utilizados pela brigada de incêndio ou Corpo de Bombeiros assim que chegam ao local.   Como escolher os melhores equipamentos para incêndio A escolha dos melhores equipamentos para combate a incêndio é fundamental para garantir que as chamas sejam eliminadas e vidas, protegidas. Por isso mesmo, é imprescindível escolher uma empresa e equipes capacitadas para encontrar profissionalismo e segurança. No momento de escolher os equipamentos de incêndio, atente às normas técnicas e confira se a empresa escolhida tem equipamentos regulamentados. Além disso, siga à risca as especificações contidas no projeto. Elas são essenciais para que tudo transcorra de acordo com o planejamento. Outra medida fundamental é investir na manutenção preventiva de redes elétricas e instalações de ar-condicionado. Saídas de emergências, equipes de prontidão para esvaziar o local e sistemas de prevenção e combate ao fogo são primordiais. Invista neles!

Como escolher o sistema de acionamento das válvulas de dilúvio?

Quando se planeja um sistema de proteção de incêndio é preciso contemplar como funcionarão as válvulas de dilúvio. Elas serão acionadas de forma manual ou automática?   Feito isso, é preciso definir se os sprinklers do anel de detecção serão disparados por um sistema hidráulico ou pneumático. O trim de acionamento da válvula dilúvio também deve ser projetado nesse momento.     Se você está em fase de avaliação do sistema de acionamento das válvulas de dilúvio, a seguir, explicamos a melhor forma de escolhê-lo:     Por que investir em um sistema de acionamento de válvulas automático ?   Quando você opta por um sistema de proteção contra incêndio automático, os equipamentos são acionados imediatamente após a detecção das chamas.   Neste sistema não há interferência humana na tomada de decisão. Assim, o fogo é combatido rapidamente em locais remotos.   Existem os sistemas hidráulico (com água) e pneumático (com ar comprimido) nos sistemas hidráulicos. As linhas de aspersores e tubos são iguais, mas a diferença está no tipo de acionamento.   Em geral, as válvulas de dilúvio são hidráulicas e ligadas a uma tubulação de água de incêndio. Entretanto, podem ocorrer vazamentos e corrosões em alguns casos e, por isso, as válvulas pneumáticas, acionadas “a seco”, podem ser indicadas.     Devo escolher o sistema hidráulico ou pneumático?     Existem vantagens e desvantagens de optar tanto pelo sistema hidráulico quanto pelo pneumático.     As características do sistema hidráulico são, basicamente: a água pode ser utilizada para alimentar a linha e a válvula, gerando economia. Os pontos negativos são que a água pode causar vazamentos e corrosões, além de bolsas de ar, interferindo no funcionamento da válvula.   Questões de limitação de altura também podem limitar a capacidade de abertura da válvula de dilúvio.     Já o sistema pneumático, que é uma operação mais “limpa”, utiliza meios não corrosivos e não possui limitação de altura. Por outro lado, pede equipamentos adicionais para pressurizar o ar (compressor ou outro dispositivo).   Assim, há mais custos e demora na ativação da válvula de dilúvio devido à necessidade de compressão. Em geral, esse tipo de válvula é utilizado com água do mar porque eleva a confiabilidade de resposta da válvula que controle o fluxo de gases e líquidos.     Em geral, sistemas pneumáticos de combate a incêndio são utilizados para controlar incêndios em indústrias, refinarias ou petroquímicas.   Já os sistemas com válvulas de dilúvio hidráulicas são utilizados em locais mais remotos. Também precisam de menos manutenção do que os pneumáticos, com menor custo de instalação.

Por que investir em centrais de alarme de incêndio?

Um sistema de prevenção de incêndio é imprescindível em locais com grande fluxo de pessoas e materiais. Por isso mesmo, as centrais de alarme devem fazer parte de qualquer projeto em ambientes empresariais ou comerciais.   Basicamente, a central de alarme de incêndio é o “coração’ do sistema. Ela, portanto, deve receber a programação correta para que o espaço protegido envie e receba os alertas em casos de fogo ou fumaça.   Se você ainda não se convenceu de que as centrais de alarme de incêndio são fundamentais, te mostramos algumas razões para investir nelas!     Centrais de alarme de incêndio são altamente confiáveis     Quando as centrais de alarme de incêndio são ativadas, todo um sistema entra em cena. Sinalizações sonoras, visuais e outras funções são acionadas com o objetivo de comunicar o local exato de um princípio de incêndio.   A rapidez desse sistema garante a rápida extinção das chamas, viabilizando o trabalho dos brigadistas e do Corpo de Bombeiros.   Outra tarefa importante desse sistema é controlar o acesso, liberando catracas, portas automáticas e portas corta-fogo, bem como desligando elevadores. E acionando chuveiros automáticos (sprinklers).   Resumidamente, qualquer ação de combate ao fogo pode ser acionada por esse sistema.     A durabilidade da bateria é alta   Todas as centrais de alarme de incêndio funcionam com baterias. Como são muito duráveis, elas são trocadas pouquíssimas vezes e, por isso, oferecem mais confiabilidade a quem investe nelas.   Com uma manutenção central ainda mais barata, a central de alarme de incêndio possui grande durabilidade e mínimo risco de falhas.     Dispositivos podem ser endereçados nas centrais   Quanto mais dispositivos estiverem registrados na central, maior é o espaço protegido no sistema. Em geral, as centrais de alarme de incêndio suportam vários dispositivos, como os instalados em lojas ou salas comerciais, por exemplo.   Quanto maior a abrangência da central, mais locais estarão protegidos contra eventuais emergências. Dessa forma, chamas e fumaça não afetarão a estrutura dos ambientes.     Invista em uma central de alarme de incêndio confiável. A Protector Fire é uma empresa com décadas com atuação nesse segmento e pode te auxiliar a montar a melhor estratégia de acordo com a sua necessidade.

Como funcionam os sistemas de proteção a incêndio em coifas de cozinha?

Espaços gourmet, restaurantes, praças de alimentação, foodtrucks e outras instalações de alimentação necessitam se proteger de acidentes.   Com novos métodos de cocção, fica cada vez mais desafiadora e complexa a tarefa de combater chamas nesses ambientes e, por isso, existem os sistemas de proteção a incêndio em coifas de cozinha.     Funcionamento dos sistemas de incêndio em restaurantes     As cozinhas dos restaurantes, antes distribuídas em amplos espaços, limitavam-se a grandes fogões, fornos de aquecimento, fritadeiras e algumas chapas.   Com o crescimento da demanda por refeições, esses ambientes transformaram-se em imensas praças de alimentação, com redes de fast food operando a todo vapor.   Essa evolução trouxe consigo o aumento dos riscos, devido à grande concentração de produtos inflamáveis e óleos em um mesmo local.   Quando há emergências como incêndio na coifa de exaustão e seu filtro, é primordial adotar medidas imediatamente para eliminar as chamas e mitigar quaisquer riscos.     Soluções utilizadas para combater as chamas em coifas de cozinha   O avanço das formulações de óleo de cozinha e métodos de cocção mais modernos pedem novas abordagens além do extintor de pó químico seco ou CO2 por abafamento.   A ineficiência de alguns sistemas de combate às chamas deu origem a técnicas novas, como os agentes saponificantes. Esses agentes extintores, quando micro pulverizados, resfriam as superfícies quentes e se misturam ao óleo e às gorduras.   Fabricados com base em acetato de potássio, esses agentes químicos são pouco agressivos e têm pH próximo ao neutro. Se instalados e utilizados de acordo com as normas de ABNT e ITs (Instruções Técnicas) do Corpo de Bombeiros, eles geram ótimos resultados.   Atualmente, as soluções de combate a incêndio em coifas de restaurantes e estabelecimentos de alimentação passam por unidades portáteis de extinção até sistemas de engenharia para grandes cozinhas. Tudo dimensionado de acordo com o tipo de risco.       A Protector Fire disponibiliza as melhores e mais eficientes soluções prevenir, detectar e combater chamas dos mais variados tipos.   Fale conosco e veja como nossos produtos podem te beneficiar. Trabalhamos com líquido gerador de espuma, extintores, sprinklers, hidrantes e muito mais!

Produtos químicos e os itens de segurança necessários para lidar com eles

Manusear produtos químicos é algo que exige cuidado e bastante atenção. Isso porque eles podem ser bastante perigosos, se não tomados os devidos cuidados.   Com os equipamentos de segurança adequados, você evita intoxicações e acidentes. Podem, inclusive, ocorrer queimaduras, irritações na pele, transtornos do sistema respiratório, do sistema nervoso, cegueira e muitos outros.   Quem trabalha com esse tipo de produto deve tomar algumas precauções. São elas:     Invista em um conjunto de proteção para o rosto     Composto por três acessórios de proteção, o conjunto de proteção para o rosto inclui capuz, protetor facial e óculos.   Esses equipamentos protegem a cabeça, o rosto e os olhos do vapor químico, bem como de partículas ou gotas geradas por esses produtos.   Máscara ou respirador também são essenciais para quem lida com produtos químicos. Esses acessórios evitam a inalação de itens tóxicos, protegendo o sistema respiratório.   Dessa forma, poeira, vapor, névoa ou gás não entram nas vias respiratórias. Máscaras reutilizáveis também oferecem esse tipo de proteção para o rosto e para os olhos.     Use luvas de proteção contra produtos químicos   Com o objetivo de evitar que as mãos sofram os efeitos de um contato com produtos corrosivos, as luvas de proteção devem ser específicas.   Confeccionadas de PVC, látex, nitrílico, neoprene e outros materiais, essas luvas de proteção viabilizam a manipulação de diversos produtos químicos.   O imprescindível, na hora de escolhê-las, é que elas sejam flexíveis e permitam a sensibilidade tátil. Conferir a resistência química do modelo é primordial.     Conjunto de segurança para proteger pernas, pés e quadril   Botas, perneiras e calças fazem parte desses itens de segurança. Eles evitam o contato direto com substâncias químicas e estão disponíveis em vários modelos.   A escolha do material adequado envolve a avaliação do produto que será manipulado. Além disso, devem ser considerados outros fatores, como solo escorregadio, possibilidade de perfuração, altas temperaturas, etc.   Além desses itens, o material de segurança protege o corpo todo. Alguns deles são respiráveis e, por isso, são recomendados na manipulação de produtos químicos como gotas ou material sólido disperso no ar.       Itens de segurança devem ser considerados em qualquer tipo de atividade, especialmente as que envolvam produtos químicos.   A Protector Fire é especialista em soluções para prevenir, combater e detectar incêndios. Conte conosco para ter acesso aos melhores e mais seguros produtos do mercado.

Hidrantes: para que servem e como funcionam?

Você provavelmente se deparou com aquelas estruturas vermelhas com válvulas para conectar mangueiras na rua, certo? Denominados hidrantes, esses equipamentos são essenciais no combate a incêndio e muito utilizados pelo Corpo de Bombeiros.   É comum que muitas pessoas tenham dúvidas sobre o funcionamento dos hidrantes e como escolhê-los. Para te ajudar a entender o funcionamento desse terminal hidráulico, falamos, a seguir, sobre as características e funções do hidrante. Veja!   Como funciona um hidrante?   O hidrante é uma estrutura com registro, que acopla mangueira e esguicho. Embora seja bastante comum nas ruas, ele também pode ser instalado no interior de prédios, em locais estratégicos.   Quando há emergências, essa estrutura de metal pintada de vermelho é indispensável. Além do modelo tradicional de rua, há caixas vermelhas inseridas em prédios e indústrias, também denominadas hidrantes. Elas são obrigatórias em qualquer projeto de prevenção e combate a incêndio.   Embora existam diferentes tipos de hidrante, eles funcionam da mesma forma: basta conectá-lo a uma fonte de água pressurizada, acoplar a mangueira a uma das bocas do hidrante e abrir a válvula, responsável por controlar a vazão de água que chegará às mangueiras.   O hidrante sempre tem acionamento manual. Por isso, deve ser colocado em um local de fácil acesso e onde possa ser ativado rapidamente em casos de incêndio.     Como o hidrante atua no combate a incêndios?   O hidrante, ao contrário de extintores, não pode ser operado por qualquer pessoa. Isso porque ele é capaz de produzir uma pressão bastante alta, que machucaria alguém sem experiência. Em geral, apenas bombeiros utilizam esse equipamento.   Seu funcionamento é, em geral, bastante satisfatório e eficiente. Entretanto, apenas um hidrante não é suficiente para combater um incêndio. Por isso, é essencial que ele faça parte de um sistema de detecção, prevenção e combate a incêndios.   Itens que atuam em conjunto com o hidrante são extintores, sprinklers, portas corta-fogo, entre outros.   Encontre os melhores hidrantes na Protector Fire   Necessita de soluções para combate a incêndio? Fale com a Protector Fire, que tem décadas de atuação nesse segmento e oferece os melhores e mais seguros produtos.   Entre em contato conosco e veja como podemos te ajudar a executar um projeto de prevenção, detecção e combate a incêndios. Nossos consultores estão à disposição!

Aprenda a fazer o cálculo luminotécnico da iluminação de emergência

Adotar medidas preventivas contra incêndios é fundamental para garantir a segurança e bem-estar das pessoas. Essa atitude ajuda, ainda, a manter patrimônios. Por isso, é indispensável que seja utilizada a iluminação de emergência para melhorar a visibilidade se houver cortes de luz em incêndios.   Com a iluminação de emergência é possível que as pessoas deixem o prédio com segurança. Entretanto, se ela for mal posicionada pode comprometer o bom funcionamento do sistema em uma emergência. E é nesse momento que entra em cena o cálculo luminotécnico.   Para que serve o cálculo luminotécnico?   Situações de incêndio pedem lâmpadas mais potentes e em maior quantidade. Dessa forma, com a iluminação de emergência, o ambiente facilita a locomoção das pessoas, que deixam o prédio com tranquilidade.   Calcular a iluminação de uma área que oferecerá um direcionamento em incêndios é mais importante do que se imagina. De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), devem ser considerados aspectos como autonomia, sistema de vigília, iluminação auxiliar e sinalização especial.   Quando são respeitadas as regras previstas pela norma há mais eficiência e confiabilidade no projeto. Além disso, você se mantém dentro da legislação específica.     Como pode ser feito o cálculo luminotécnico?   Existem alguns fatores que devem ser considerados ao se fazer o cálculo luminotécnico. O primeiro deles é a distância entre os pontos. O espaço entre um e outro não deve ser maior do que o equivalente a quatro vezes a altura.   Por exemplo: um local com 5 metros de altura deve ter distância máxima entre luminárias de 20 metros. Dessa forma, evitam-se pontos cegos.   A intensidade do feixe de luz é outro aspecto a ser considerado. Seu cálculo depende do quão forte é a lâmpada utilizada. A norma recomenda o seguinte:   2,0 metros do piso à luminária – 100 cd de intensidade máxima   2,5 metros – 400 cd   3,0 metros – 900 cd   3,5 metros – 1600 cd   4,0 metros – 2500 cd   4,5 metros – 3500 cd   5,0 metros – 5000 cd     Ao avaliar essas recomendações você consegue obter máxima precisão no cálculo luminotécnico. Isso porque, quando você dimensiona a estrutura para oferecer o máximo de proteção em incêndios, as chances de obter sucesso são muito maiores.   Conte com um parceiro reconhecido e sério para fornecer itens de prevenção, detecção e combate a incêndio. A Protector Fire é uma das empresas mais reconhecidas e tradicionais do mercado.

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