Exigências de equipamentos de combate a incêndios em empresas

Incêndio e segurança são dois assuntos importantíssimos e que não podem ser tratados de forma simplificada, pois nossa segurança deve estar sempre em primeiro lugar, não é verdade? E quando falamos especificamente de empresas, estamos tratando de um número considerável de pessoas e também de normas para regulamentar a segurança de quem trabalha neste lugar. Além disso, não podemos esquecer na segurança do patrimônio. Para entendermos um pouco mais sobre essa questão, vamos falar um pouco sobre os equipamentos de combate a incêndios que devem ser usados nas empresas? Com o surgimento de novas tecnologias e também pela necessidade de substituição de equipamentos antigos, o mercado de equipamentos tem crescido e isso é totalmente positivo para a segurança. Independente ao número de colaboradores da sua empresa, ao ramo em que ela atue ou ao tamanho do espaço físico que ela ocupe, é essencial cumprir as normas de segurança e saúde do regulamentadas pelo Ministério do Trabalho. Por isso, é importante saber que empresas com até 19 colaboradores e com regime de CLT, é obrigatório que pelo menos um deles receba treinamento para que ele identifique e avalie riscos no seu local de trabalho e também para utilizar extintores de incêndio. E quais são os equipamentos que devem ser utilizados nas empresas para o combate a incêndios? Separamos algumas opções importantes para você. Tome nota!   1 – Sprinklers São chuveiros automáticos fechados e que são acionados por uma ampola de vidro. São vários os tipos e podemos destacar o pendente, o upright, o sidewall, o embutido e o modelo Dry.   2 – Válvulas São dispositivos de detecção de fluxo e alarme de incêndio quando o Sprinkler é aberto.  Pode ser a Válvula de Governo e Alarme ou a Válvula Gaveta com Haste Ascendente.   3 – Canhões Projetados para utilização em sistemas fixos. Como exemplos, podemos citar o Monitor Fixo Flangeado, o Monitor Portátil de 1 e 2 Entradas, Monitor Fixo Autooscilatório e o Monitor Portátil Autooscilatório.   4 – Extintores É o equipamento mais comum e conhecido pelas empresas. Seu tipo específico depende do ramo da empresa e do tamanho. São eles: Portáteis, Sobre Rodas, Classe K (para diferentes tipos de cozinhas) e Classe D.

O fogo em diferentes tipos de materiais

Com fogo não se brinca, não é verdade? É por isso que precisamos estar atentos ao perigo vindo das chamas e, dentro desse contexto, é importante conhecermos a forma de combater as chamas nos diferentes materiais. Essas informações são fundamentais, pois ainda existem pessoas que acham que a água é quem combate todos os tipos de chamas e nem imaginam que ela pode aumentar o incêndio em algumas situações. Os materiais combustíveis são diferentes uns dos outros, ou seja, eles queimam de maneiras diferentes. Com isso, dependendo do tipo de material que gere o fogo, podem existir cinco tipos diferentes de classe de incêndios. Vejamos:   1 – Classe de Fogo A Incêndios em materiais sólidos, como tecidos, papel, madeira e algodão. O agente mais adequado para extinguir esse tipo de fogo é a água. Por isso, indicam-se extintores de incêndio portáteis com água.   2 – Classe de Fogo B Materiais líquidos inflamáveis, como gasolina, querosene, óleo, graxas e tintas. Para este tipo de fogo é indicado extintores de pó químico seco BC ou ABC, extintores de gás carbônico ou extintores de espuma mecânica.   3 – Classe de Fogo C Incêndios em equipamentos elétricos energizados, como quadros de força, máquinas elétricas, computadores e transformadores. Para combater este tipo de fogo, o ideal é o extintor de pó químico seco de bicarbonato de sódio ou potássio, BC ou ABC.   4 – Classe de Fogo D Incêndios causados por pó de alumínio, magnésio, zircônio, potássio ou titânio. Estes materiais se inflamam facilmente e apresentam um comportamento diferente dos demais fogos, pois formam uma reação em cadeia durante a combustão. Para este tipo de incêndio é indicado o extintor especial com pó químico classe D.   5 – Classe de Fogo K Fogo em cozinhas comerciais ou industriais, causados pelos produtos de cozinhar, como óleo ou gordura. Para este tipo específico de chama, deve ser utilizada uma unidade extintora de classe K. O extintor de incêndio para cozinha Classe K da Protector Fire é um dos mais eficientes do mercado. Seu cilindro é todo é feito em aço inoxidável e o seu agente é feito à base de uma solução especial de acetato de potássio diluída em água.

Quais os métodos que foram utilizados no combate ao incêndio do porto de Santos?

O incêndio que ocorreu na área indústria de Santos, litoral de São Paulo, em abril deste ano, teve grandes proporções e exigiu do Corpo de Bombeiros um trabalho muito grande e de muita dedicação. As chamas atingiram muitos tanques de combustível, gerando uma temperatura de cerca de 800ºC, o que exigiu a utilização de bilhões de litros de água do mar para combater o incêndio. E você sabe de que forma o incêndio foi combatido? Quais os métodos utilizados pelo Corpo de Bombeiros para impedir que as chamas se alastrassem e vitimassem vidas? Vamos entender um pouco mais? Uma ação importante foi realizar o resfriamento dos tanques que ainda não tinham sido atingidos pelas chamas. A alta temperatura de cerca de 800ºC não permitia que os bombeiros se aproximassem muito, ficando a uma distância de 100 metros do local. A água não foi direcionada para as chamas, pois evaporaria antes de atingir o alvo em função do alto calor. O resfriamento é realizado jogando água através de aspersores, que consistem em anéis que ficam na parede externa do tanque. Consiste, basicamente, em resfriar toda a estrutura para que o incêndio não se alastre de um tanque para o outro. Além do resfriamento, mais dois produtos foram utilizados no combate: cold fire (fogo frio) e pó químico seco.

Conheça um sistema de espuma e onde usar

Os incêndios e os acidentes causados por líquidos inflamáveis são perigos que nenhum de nós está livre. Casas, edifícios, acidentes de trânsito, acidentes industriais, desastres de trem… Uma infinidade de situações que infelizmente causam muitos problemas e, às vezes, vítimas e prejuízos enormes. Os acidentes em residências, por exemplo, são muito mais comuns do que os de grande proporção. Para estes são necessárias estratégias especiais e equipamentos específicos. Mas vamos entender um pouco sobre o principal material utilizado nesse tipo de incêndio: a espuma. A espuma utilizada no combate a incêndios é formada por uma massa de pequenas bolhas de densidade menor do que a de uma grande quantidade de líquidos inflamáveis e menor que a densidade da água. A forma como a espuma atua é muito simples: ela cobre e resfria. E esse processo ocorre pela mistura do ar com uma solução formada por espuma mecânica e água.   Funcionamento             A espuma que combate os incêndios em combustíveis ou líquidos inflamáveis atua de quatro formas. Vamos entender cada uma? 1 – Eliminação do ar dos vapores inflamáveis. 2 – Elimina os vapores do combustível. 3 – Isola a chama das superfícies combustíveis. 4 – Resfria a superfície combustível e também as superfícies ao redor.   Formando a espuma A combinação de água, LGE e ar forma a espuma. Esses componentes são misturados numa determinada proporção e formam a espuma que combate os incêndios. Existem características importantes que essa espuma formada precisa ter para ser eficiente no combate aos incêndios. Acompanhe: 1 – Ser resistente ao álcool A espuma é composta por mais de 90% de água; por isso, ela precisa ser resistente ao álcool para não ser destruída.   2 – Contenção de gases A espuma que fará a cobertura precisa ser capaz de conter os efeitos dos gases inflamáveis.   3 – Resistência ao combustível A espuma precisa ser capaz de minimizar os efeitos do combustível, evitando que fique saturado e queimado.   4 – Resistência ao calor A espuma precisa resistir ao calor irradiado pelo fogo restante do vapor dos líquidos inflamáveis ou de algum material metálico.   5 – Velocidade de fluxo e extinção É o tempo para a espuma se espalhar e formar uma cobertura sobre o combustível, até conseguir extinguir o fogo.

Instalação e manutenção da câmara de espuma modelo MCS

Existem várias opções de sistemas de incêndio e cada uma é específica para atuação em determinados lugares e atuam de acordo com aquilo que gerou as chamas. Por isso, é importante ter plena noção da utilidade de cada um e dos componentes de cada sistema de combate e prevenção. Sendo assim, vamos conhecer mais uma peça importantíssima? Parte importante do sistema de espuma de combate a incêndios, a Câmara de Espuma Modelo MCS é utilizada na extinção das chamas em líquidos inflamáveis e combustíveis. É usada em sistemas fixos.   Características 1 – O sistema é composto por um selo de vidro que tem a função de separar os vapores e/ou gases presentes no tanque a ser protegido e o resto do sistema.   2 – Antes da câmara está localizado o Aerador, que tem a função de fazer uma correta expansão da mistura.   3 – A instalação e a manutenção do sistema são fáceis.   4 – Aplicação forçada tipo II.   5 – Ela atua na proteção de tanques verticais de teto fixo.   6 – Pintura interna em epóxi na cor branca.   7 – Placa de orifício em aço carbono ou aço inox, com furo guia.   8 – Garra de três pontas em ferro fundido.   9 – Acabamento com pintura anticorrosiva em epóxi na cor vermelha.   A instalação É instalada na parte superior da parede externa do costado de tanques e a sua fixação pode ser realizada através de tubo com flange soldado no costado do tanque.

A importância de fazer a manutenção do sprinkler

A gente nunca pode imaginar quando vai acontecer um incêndio. Por isso, é muito importante fazer a manutenção dos equipamentos para dar maior vida útil ao produto e prevenir contra possíveis falhas exatamente numa ocasião de incêndio. E nesse contexto também entra o sprinkler, que precisa estar sempre sendo monitorado e revisado para que funcione sempre com força total e, assim, exerça as funções que dele se esperam. Existem alguns problemas que são comuns ao sprinkler. Conheça:   – Obstrução; – Corrosão; – Formação de gelo nos lugares em que o clima geralmente é frio; – Congelamento, também em função de estarem instalados em locais onde o clima é bastante frio; – Defeitos inesperados na sua estrutura; – Vazamentos; – Problemas relacionados à falta de tubulações arqueadas.   Sugere-se que uma manutenção interna e completa seja feita a cada cinco anos. Afinal, você não quer ser pego de surpresa num momento tão drástico, não é verdade?

Uso correto de uma Carreta de espuma

Segurança é um assunto muito importante e nós precisamos estar sempre atentos a todos os detalhes. Afinal, na hora de um incêndio, você precisa ter todo o conhecimento necessário para lidar com as diversas situações e manter a sua integridade física. Então vamos conversar sobre a Carreta de Espuma. Ela é um equipamento portátil que faz parte do sistema de espuma de combate a incêndio. É indicada para combater incêndios em líquidos inflamáveis ou combustíveis.   E quais são as partes que compõem a Carreta de Espuma? – Tanque de 130 litros do líquido responsável por gerar a espuma; – Compartimento para a mangueira; – Proporcionador de espuma; – Esguicho para lançar a espuma; – Tubo pick-up; – Tampa para abastecimento de espuma; – Visor de nível; – Tampa para dreno; – Reservatório de LGE;   A utilização é muito simples e é preciso apenas uma pessoa para manusear o equipamento. E, mais importante: precisa estar presente em locais que apresentam perigo iminente com líquidos inflamáveis.

Tipos de Esguichos e suas utilizações

O sucesso no combate a incêndios depende, entre outras coisas, do treinamento da pessoa que manipula o equipamento, da qualidade do sistema de incêndio e, principalmente, o tipo ideal de esguicho para controlar a vazão de água. Você precisa escolher bem o esguicho, pois a atuação dele é fundamental quando utilizado em conjunto com as mangueiras e os canhões monitores.   E para que você conheça bem todos os tipos de esguicho, fizemos uma relação. Vamos lá?   1 – Esguicho regulável É o mais popular e o mais usado no combate a incêndio, pois produz desde o jato compacto até neblina. Alguns deles possuem uma manopla, que abre e fecha a passagem de água de forma rápida, precisa e contínua, onde você pode fazer a regulagem.   2 – Esguicho de vazão selecionável Ele é projetado para atuar, independente da forma do jato, com vazão constante em qualquer tipo de seletor. Possui manoplas laterais, que permitem a alteração na forma do jato.   3 – Esguicho automático Trabalha em conjunto com canhões monitores portáteis ou fixos. Possui um mecanismo interno que compensa uma possível variação de vazão no sistema, e isso pode aumentar ou reduzir a passagem da água.   4 – Esguicho proporcionador de espuma É projetado para atuar em sistemas que precisam de uma vazão fixa e onde a pressão de água é adequada. A vazão do proporcionador precisa ser compatível com a vazão do esguicho.

Tanque para armazenagem de LGE

O LGE ou Líquido Gerador de Espuma é um detergente líquido que foi criado para, em uma mistura de água do mar, salobra ou pura, gerar uma espuma com características especiais de resistência química e a altas temperaturas. Antigamente, o LGE era dividido em dois grupos: formadores de espuma química e formadores de espuma mecânica de baixa expansão. Todavia, com o passar do tempo, apenas os formadores de espuma mecânica de baixa expansão ainda são utilizados. Os LGE formadores de espuma mecânica de baixa expansão são classificados de três maneiras diferentes:   – LGEs Proteinicos São produzidos a partir da proteína animal.   – LGEs Fluorproteinicos É formado pela mistura de uma proteína animal e compostos fluorados.   – LGEs Sintético-Fluorados São os mais atuais e desenvolvidos. São totalmente sintéticos e fluorados e apresentam maior fluidez da espuma na superfície do líquido em chamas, melhor ação em incêndios com derramamento de líquidos e também é mais eficaz na atuação da água em incêndios da classe A, como tecido, papel e madeira.   Para armazenagem do LGE, é necessário um tanque especial. E eles podem ser de dois tipos:   – Horizontal Fabricado por um processo chamado rotomoldagem com polietileno virgem, com elevada resistência mecânica, quimicamente estável e inalterável e com grande resistência a intempéries. A sua estrutura é metálica e possui indicação de nível em suas paredes.   – Vertical Também fabricado por um processo chamado rotomoldagem com polietileno virgem. É protegido com aditivos e estabilizador à prova radiação ultravioleta. Dotado de sistema de alívio e vácuo e possui indicação de nível nas suas paredes.

Extintores de incêndio em escritórios

Incêndio é um momento tenso e que pode gerar, além de perdas materiais, riscos para a vida humana e sequelas de todos os tipos. Na hora exata em que as chamas começam a se alastrar, o desespero é tão grande que às vezes as pessoas não estão preparadas para agir corretamente nessas situações. Muitas delas, ou procuram um cobertor para abafar as chamas ou tentam jogar água. Mas, falando especificamente de escritórios, a melhor alternativa é a utilização de extintores. Mas usar um extintor pura e simplesmente não é algo tão simples, pois existe um específico para cada tipo de incêndio. Você sabe quais são eles e a utilidade de cada um? Primeiro vamos ao tipo de extintor. – Extintor de CO2; – Extintor Pó Químico (bicarbonato de sódio); – Extintor à base de espuma; – Extintor H2O Agora que você já conhece os tipos de extintor que podem ser usados no seu escritório, vamos definir a utilização de cada um, de acordo com o tipo de incêndio. – Uso de Extintores de C02 ou à Base de Espuma – Incêndios que deixam, após a queima, resíduos como cinza e carvão. – Uso de Extintores de Pó químico – Incêndios em equipamentos elétricos energizados, como geradores e cabos. – IMPORTANTE: não utilize Extintor H2O em Incêndios em líquidos, gases inflamáveis, parafina, gasolina, pó de alumínio, carbonato de potássio, magnésio, etc. No caso de materiais elétricos energizados, a água só piora o incêndio, pois é excelente condutora de eletricidade. – Uso de Extintores H2O – Incêndios em papel, madeira, tecido, plástico, papelão, etc. A gente nunca pode imaginar se um dia presenciaremos um incêndio em nosso escritório (e torcemos para que não aconteça). Todavia, precisamos estar com todo o equipamento de combate às chamas em dia. Por isso, procure manter os extintores em boas condições de conservação. Em casos de danos aos extintores ou mesmo quando você tiver a necessidade de utilizá-los, procure solicitar à Segurança do Trabalho a imediata substituição do equipamento. Por fim, é importante lembrar que a segurança do seu escritório depende de todos os que lá trabalham. Por isso, invista em treinamento contra incêndios, não obstrua os acessos aos extintores e aprenda a utilizá-los para não ser pego de surpresa.

Abrir bate-papo
Olá 👋
Podemos ajudá-lo?